Porque é que Poplidays.com, plataforma de alugueres para períodos de férias, confia na So you Start?

Desde 2010, a Poplidays.com coloca em relação as agências imobiliárias e os utilizadores que procuram alugar apartamentos para férias em França e em Espanha. Para far vida à sua plataforma, a startup escolheu os servidores da So you Start e um CDN da OVH.com- Françoies Liot, diretor de produção e dos sistemas de informação da empresa basca, detalha as suas escolhas técnicas.




Ploplidays - Logo


Bom dia, François. A Poplidays é uma startup que cresce no setor do turismo. POr vees, não referidos coma a Airbnb das agências imobiliárias. Explique-nos em que é que consiste a vossa atividade?

A ideia inicial era a de colocar em comunicação, através da Internet, as agências que propõem o aluguer sazonal e os particulares que procuravam um tal tipo de aluguer. A diferença para os sites de aluguer atualmente no mercado é a garantida de se estar na presença de um intermediário profissional - o agente imobiliário - e de ser com ele que se faz a contratação do serviço. A Poplodays oferece aos profissionais deste ramo e, indiretamente, aos proprietários dos imóveis, uma boa visibilidade na Internet, ao mesmo título que "Booking" dá visibilidade aos hotéis. Contamos com cerca de 10 000 visitantes/dia em período de Verão no site Poplidays.com e gerimos 15 000 proprietários (ou seja, 750 000 estadias comercializáveis). 1200 gestores originários de França e Espanha são utilizadores do nosso serviço.

Desde Outubro de 2013, a Poplidays ganhou uma nova dimensão e alargou a sua atividade. Tornamo-nos "channel manager", ou seja, fornecemos a cerca de 30 parceiros (entre os quais se encontra "booking.com") um fluxo de ofertas, obtido com base nas reservas, em tempo real, registadas pelos webservices. Somos, atualmente, 16 pessoas baseadas em Saint Jean de Luz e temos um volume de negócios de 8 milhões de Euro e um crescimento de 30% a cada ano.



Poplidays

A vossa aventura não começou com os servidores So you Start. Com que tipo de infraestrutura começaram a atividade?

Experimentamos algumas soluções de Cloud Computing de prestadores em França e depois na América do Norte, antes de chegarmos à So you Start. Na verdade, a garantia de alocação de recursos para as máquinas virtuais parece-nos relativa (que se trate de CPU, RAM ou acesso a espaço de armazenamento). Como a nossa aplicação central, que é o coração do nosso negócio, funciona em Java, multiplicar o número de máquinas virtuais dentro de máquinas virtuais aumentava a complexidade da gestão e diagnósticos em caso de problemas e aumentava a perda de performances, ao mesmo tempo que tornava mais complicada a constante evolução e melhoramento que pretendemos fazer ao nosso software e à nossa infraestrutura.

Portanto, optámos por uma infraestrutura que podíamos controlar de forma autónoma, com base em servidores dedicados físicos. Isso ajudou nas performances e nos custos, uma vez que a So you Start propõe um ambiente dedicado a preços muito próximos de um ambiente partilhado ou virtualizado.


Poplidays aluga 18 servidores dedicados à So you Start. Conte-nos como é que organizou a sua infraestrutura.

Para ser preciso, temos 18 máquinas na So you Start e outras 3 na marca OVH. Na OVH temos os servidores de bases de dados. Máquinas com 24 cores eram necessárias para propulsionar a nossa base de dados em PosgreSQL e na altura a So you Start apenas colocava à disposição máquinas com 8 cores, no máximo. Além disso, na OVH, temos um servidor de integração e um outro de monitorização que vigia a nossa infraestrutura e a dos nossos parceiros. Estes 2 últimos são servidores de média gama, encomendados à OVH antes de ser criada a marca So you Start.

Na So you Start alugamos o essencial da nossa infraestrutura, a saber: 2 servidores nos quais a nossa base de dados é replicada em tempo real (stream replication) e 1 servidor de backup para o qual a base de dados é exportada de forma a ser utilizada para fases de desenvolvimento e "pré-prod"; 8 servidores nos quais rodam as nossas aplicações Java (core business); 3 servidores web (dos quais 1 contém sempre a última verão da nossa aplicação, sujeita a atualizações regulares); 1 servidor para o nosso blog e, por fim, 3 servidores "pré-prod".

Esquematicamente, os servidores frontais web, em PHP com loadbalancing efetuado com Apache falam entre si em REST com a aplicação Java que solicita diretamente os dados aos servidores de bases de dados e as queries são geridas e priorizadas através de PgPool2. Para aumentar a rapidez das respostas, uma parte das queries é armazenada em cache nos servidores Web. Isso permite-nos um aumento de rapidez para as queries de Google mas, também poder fazer face a picos de carga (o que há bem pouco tempo pudemos validar aquando de uma recente "passagem" no jornal das 13h na TF1.).

Utiliza igualmente o serviço CDN da OVH.com. Quais são as razões?

Os fluxos dos dados pedidos pelos nossos parceiros através da nossa API são de dimensão considerável e geram o consumo de bastante tráfego. Em Julho de 2014 ultrapassávamos 1 TB de tráfego! Isso deve-se, em grande parte, às imagens de alta definição que são colocadas à disposição em diferentes formatos para que os parceiros as possam descarregar (ou aceder à nossa infraestrutura para as visualizar gerando, mesmo assim, algum tráfego). Mesmo se a rede da OVH tem boa qualidade e a largura de banda de cada servidor So you Start seja considerável [250Mbps, NDR] era necessário utilizar uma CDN para os nossos conteúdos estáticos. Note-se, de passagem, que para uma oferta CDN de perímetro similar e para uma quantidade de dados idêntica, pagávamos, num outro prestador, 6 vezes mais do que pagamos na OVH.

Indica ter escolhido a So you Start em detrimento da OVH por razões de custos. Dá bastante foco ao desenvolvimento da sua aplicação SaaS, que tem necessidade de numerosos recursos humanos. Esta escolha de infraestrutura leva-o a ter de utilizar certos serviços ou condiciona os mesmos: necessidade de loadbalancer, escolha da localização dos seus servidores... Explique-nos como gere esses compromissos.

Efetivamente, quando se gere um parque com uma vintena de máquina, a diferença de preços entre a OVH e a So you Start começa a ser bem palpável. Na So you Start os servidores têm preços muito "abordáveis": posso encomendar um servidor suplementar amanhã mesmo sem me questionar ou posso mesmo dar-me "ao luxo" de ter máquinas nos ambientes de teste exatamente iguais aos servidores de produção. Podemos dizer, no caso da So you Start, que se trata de uma oferta "seca", sem serviços adicionais. E é exatamente isso que procuramos, tendo em conta as restrições orçamentais e a nossa filosofia inspirada no movimento 'devops'. Não recusamos gerir os nossos servidores, programarmos nós mesmos as nossas ferramentas, as nossas sondas de monitorização, efetuar a gestão dos backups.... enquanto que muitos dos demais delega essas tarefas a empresas externas. É verdade que ter um loadbalancer físico seria a cereja em cima do bolo, à imagem da possibilidade de interligação das nossas máquinas através de vRack. Sabemos que isto só é possível na OVH e, provavelmente, vamos utilizar esses serviços, no futuro. Contudo, mesmo que não seja muito engenhosa, é possível montar uma infraestrutura de alta disponibilidade com base nos servidores So you Start. Por exemplo, sendo um dado adquirido que a escolha da localização dos servidores num datacenter FR não é proposta na So you Start, atribuímos depois da disponibilização da máquina o seu papel, em função do datacenter no qual ela está fisicamente presente. Assim, somos forçados a distribuir por vários sites (Gravelines, Roubaix e Estrasburgo) a replicação da base de dados, agrupando dentro do mesmo datacenter os servidores de aplicações que têm necessidade de comunicar entre si.






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